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Música instrumental

Hermeto Pascoal é referência em música intrumental, usando recursos vocais para os seus instrumentais, em alguns casos, como “Taiane”, por exemplo. De um talento impressionante, formou com Sivuca uma parceria de peso para a história do cancioneiro instrumental brasileiro. Sivuca foi um multi-instrumentista, maestro, arranjador, compositor, orquestrador e cantor brasileiro, enquanto que Hermeto Pascoal continua com seu talento de compositor arranjador e multi-instrumentista brasileiro.

Hermeto Pascoal e Sivuca, referências em música intrumental
Hermeto Pascoal & Sivuca

Usados apenas para acompanhar os cantos ou marcar compasso das músicas, até o início do século XVI os instrumentos a partir do período barroco passaram a ter importância semelhante à vocal, se superando até, durante o período clássico da música que se estabeleceu entre os anos de 1750 a 1810, quando a música instrumental passou a ser mais reconhecida e a ter importância maior do que a vocal, com o surgimento das orquestras e pela qualidade e aperfeiçoamento dos instrumentos. No Brasil o pioneirismo do gênero pertence ao choro, primeiro gênero popular urbano do país com o violão de 7 cordas, violão, bandolim, flauta, cavaquinho e pandeiro.

Dentre os maiores solistas conhecidos de chorinhos figura o de Jacob do Bandolim
Jacob do Bandolim

Dentre os nossos maiores solistas de conhecidos chorinhos estão Jacob do Bandolim, Garoto, Waldir Azevedo, Luperce Miranda, Pixinguinha, Copinha, Benedito Lacerda, Dilermando Reis, Tia Amélia e Luís Americano, e também Chiquinha Gonzaga, que compunha chorinhos em outros gêneros como o maxixe e polca, sem esquecer de Pixinguinha que também enveredava por esses caminhos.

O samba por sua vez começou a dar as caras por volta do ano de 1917, quando desceu o morro à condição de representante da música popular brasileira, com composições instrumentais a partir de piano e violão, mais instrumentos de percussão, incluindo o berimbau.

Pixinguinha está está entre os grandes nomes da música brasileira
Pixinguinha

Nos anos de 1960 Pepeu Gomes chegou a ser considerado um dos dez melhores guitarristas do mundo pela revista americana Guitar World. Editou várias composições instrumentais com seus projetos “Geração de Som” e “Instrumental On the Road”. Em 1985 se apresentaria no Rock in Rio, mostrando toda sua virtuosidade como guitarrista.

Pepeu Gomes chegou a ser considerado um dos dez melhores guitarristas do mundo pela revista americana Guitar World
Pepeu Gomes

Ainda na década de 1960 foi criada uma vertente do samba instrumental chamada “samba-jazz”, com o objetivo de rejuvenescer a Bossa Nova, e que teve nesse projeto os dedos do produtor J. T. Meirelles, quando da formação da banda “Copa 5”.

J. T. Meirelles, instrumentista e produtor
J. T. Meirelles

A FORÇA DA MÚSICA INSTRUMENTAL NOS ANOS 70


No Brasil, nos anos 70, um grande nome se consagrou como um dos maiores compositores da música instrumental: O genial Hermeto Pascoal, como já pudemos ver. E seguindo a genialidade de Hermeto Pascoal, Tom Jobim e outros mestres de seu tempo, a partir dos anos 70, juntamente com outros grandes nomes, perpetuaram seus trabalhos em prol da boa música, em projetos próprios, ora arranjando ora acompanhando artistas do naipe de Elis Regina e Milton Nascimento.

Caio Mesquita, influenciando novas gerações da música instrumental
Caio Mesquita

Grandes nomes como César Camargo Mariano, Hélio Delmiro, Luizão Maia, Toninho Horta, Joyce, Dori Caimmy, Robertinho de Recife, Egberto Gismonti, Leo Galdelman, Maestro Eduardo Lages, Maestro Chiquinho de Moraes, Maestro João Carlos Martins, Marcus Vianna, Wagner Tiso, Arthur Moreira Lima e Zimbo Trio, entre outros, dão extensão à música instrumental do Brasil, uma das mais qualificadas do mundo, influenciando novas gerações, dentre eles, Caio Mesquita e Família Lima.


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